
Freguesias
Campanário
Freguesia do Campanário
O nome “campanário” teve origem quando os descobridores chegaram à Ilha da Madeira e ao passar pelo Cabo Girão viram um ilhéu com duas altas pernadas. Ao ver a rocha com uma estrutura tão estranha e tão característica a um campanário, deram o nome à região derivado ao ilhéu: Campanário.
"A freguesia de Campanário é a segunda mais populosa do Concelho. Situa-se na linha da costa(sul) a oriente da sede de Concelho, outrora conhecida por «celeiro das conquistas» por ter sido centro importante de cereais, exportados para as costas do Norte de África.
Freguesia desde o século XVI, não foi só terra de bom trigo e centrio, mas também de castanhas.
A pintura das casas e o tom garrido e inconfundível do trajo feminino conferiram-lhe características muito apreciadas pelos turistas."
Segundo o Elucidário Madeirense, quando os descobridores chegaram à Madeira, e ao passarem o Cabo Girão, viram ao longe, junto à costa, um pequeno ilhéu que lhes pareceu, à distância, ter a forma de um campanário (torre de sinos). Por este motivo, passaram a designar por Campanário as terras circunvizinhas.
Não é conhecida a data exacta, mas existem documentos que falam da povoação do Campanário em 1556, e da paróquia em 1698.
A Igreja actual foi edificada em 1963, em substituição da anterior Igreja que no frontispicio tinha a data de 1683, que devia ser a da reconstrução. Existia referência a uma Igreja em 1677.
Até 1835 estava integrada no concelho do Funchal.
Em 1835 até 1914 fez parte do Município de Câmara de Lobos, com a criação deste concelho (em 1835).
"Campanário é uma freguesia que importa visitar. Os pólos de interesse turístico não faltam. É o caso do Passeio Pedonal na levada vinda do norte, que passa pela freguesia,(...) a igreja paroquial, consagrada a S. Brás; e as várias capelas existentes. Subsiste ainda um artesanato marcado pelos bordados regionais da Madeira."
Da população activa desta freguesia, aproximadamente 35% dedica-se actualmente à agricutura. Bata, vinha, banana, laranja e frutas tropicais são as culturas mais rentáveis.
Na indústria, os sectores da construção cívil, carpintaria e serralharia, oficinas de automóveis e mármores e blocos de cimento são os mais importantes. Em relação ao comércio existem na freguesia uma cobertura às necessidades básicas da população.
A freguesia possui também uma extensão do Centro de Saúde da Ribeira Brava, famácia e consultórios médicos.
Composição da Junta de Freguesia de Campanário
Presidente: Joaquim Silva de Abreu (PPD-PSD)
Secretária: Manuel Marques Alves (PPD-PSD)
Tesoureiro: João Batista Pereira da Silva (PPD-PSD)
Composição da Assembleia de Freguesia de Campanário
Presidente: José Roberto Barros dos Reis (PPD-PSD)
1ª Secretária: Carmen Glória Rodriguez Feligueira (PPD-PSD)
2ª Secretária: Reina Elizabeth José Vasquez Mendes (PPD-PSD)
Vogais
João Abreu Gomes (PS)
João José Gonçalves (PPD-PSD)
Maria Teresa de Sousa Fernandes de Abreu (CDS/PP)
António Rodrigues de Andrade (PPD-PSD)
Maria Gorete Gonçalves Capelinha Fernandes (PPD-PSD)
João Gonçalves dos Reis (PPD-PSD)
http://juntadefreguesiadecampanario.blogspot.com/2010/12/junta-de-freguesia-de-campanario.html

A pintura das casas e o tom garrido e inconfundível do trajo feminino conferiram-lhe características muito apreciadas pelos turistas."
Segundo o Elucidário Madeirense, quando os descobridores chegaram à Madeira, e ao passarem o Cabo Girão, viram ao longe, junto à costa, um pequeno ilhéu que lhes pareceu, à distância, ter a forma de um campanário (torre de sinos). Por este motivo, passaram a designar por Campanário as terras circunvizinhas.
Não é conhecida a data exacta, mas existem documentos que falam da povoação do Campanário em 1556, e da paróquia em 1698.
A Igreja actual foi edificada em 1963, em substituição da anterior Igreja que no frontispicio tinha a data de 1683, que devia ser a da reconstrução. Existia referência a uma Igreja em 1677.
Até 1835 estava integrada no concelho do Funchal.
Em 1835 até 1914 fez parte do Município de Câmara de Lobos, com a criação deste concelho (em 1835).
"Campanário é uma freguesia que importa visitar. Os pólos de interesse turístico não faltam. É o caso do Passeio Pedonal na levada vinda do norte, que passa pela freguesia,(...) a igreja paroquial, consagrada a S. Brás; e as várias capelas existentes. Subsiste ainda um artesanato marcado pelos bordados regionais da Madeira."
Da população activa desta freguesia, aproximadamente 35% dedica-se actualmente à agricutura. Bata, vinha, banana, laranja e frutas tropicais são as culturas mais rentáveis.
Na indústria, os sectores da construção cívil, carpintaria e serralharia, oficinas de automóveis e mármores e blocos de cimento são os mais importantes. Em relação ao comércio existem na freguesia uma cobertura às necessidades básicas da população.
A freguesia possui também uma extensão do Centro de Saúde da Ribeira Brava, famácia e consultórios médicos.


